segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Catedral de São Pedro de Alcântara

Na década de 1870 volta-se a considerar a construção da nova igreja, graças ao interesse do Imperador D. Pedro II e sua filha, a Princesa Isabel. Em 1871 foi decidida oficialmente a construção de uma nova Matriz, que porém ainda demoraria a materializar-se. Em 1876 o arquiteto italiano Federico Roncetti apresentou um projeto em estilo neo-renascentista, que foi recusado.
O atual edifício da catedral começou a ser construído apenas em 1884. O projeto foi encomendado ao engenheiro e arquiteto baiano Francisco Caminhoá, que concebeu um edifício em estilo neo-gótico, muito em voga na época, inspirado especialmente nas antigas catedrais do norte da França. A obra ficou a cargo da empreiteira de Manuel Pereira Jerônimo, filho de uma das primeiras famílias a se instalarem na cidade, vindas da Ilha do Pico, nos Açores.
A construção da catedral não parou após a Proclamação da República e seguiu até 1901, quando as obras entram em um período de paralisação. Sob o comando do engenheiro Heitor da Silva Costa, a obra entra em uma segunda fase de atividade intensa em 1918. Finalmente, em 29 de novembro de 1925, é inaugurada a nova matriz de Petrópolis, após 37 anos de trabalhos. O edifício, porém, não estava terminado, faltando a fachada principal e a torre, além de muito da decoração interna. As obras da fachada só começaram em 1929 e chegaram até o nível da rosácea na década de 1930. A torre só seria construída entre 1960 e 1969.
Na década de 1870 volta-se a considerar a construção da nova igreja, graças ao interesse do Imperador D. Pedro II e sua filha, a Princesa Isabel. Em 1871 foi decidida oficialmente a construção de uma nova Matriz, que porém ainda demoraria a materializar-se. Em 1876 o arquiteto italiano Federico Roncetti apresentou um projeto em estilo neo-renascentista, que foi recusado.
O atual edifício da catedral começou a ser construído apenas em 1884. O projeto foi encomendado ao engenheiro e arquiteto baiano Francisco Caminhoá, que concebeu um edifício em estilo neo-gótico, muito em voga na época, inspirado especialmente nas antigas catedrais do norte da França. A obra ficou a cargo da empreiteira de Manuel Pereira Jerônimo, filho de uma das primeiras famílias a se instalarem na cidade, vindas da Ilha do Pico, nos Açores.
A construção da catedral não parou após a Proclamação da República e seguiu até 1901, quando as obras entram em um período de paralisação. Sob o comando do engenheiro Heitor da Silva Costa, a obra entra em uma segunda fase de atividade intensa em 1918. Finalmente, em 29 de novembro de 1925, é inaugurada a nova matriz de Petrópolis, após 37 anos de trabalhos. O edifício, porém, não estava terminado, faltando a fachada principal e a torre, além de muito da decoração interna. As obras da fachada só começaram em 1929 e chegaram até o nível da rosácea na década de 1930. A torre só seria construída entre 1960 e 1969.
Na década de 1870 volta-se a considerar a construção da nova igreja, graças ao interesse do Imperador D. Pedro II e sua filha, a Princesa Isabel. Em 1871 foi decidida oficialmente a construção de uma nova Matriz, que porém ainda demoraria a materializar-se. Em 1876 o arquiteto italiano Federico Roncetti apresentou um projeto em estilo neo-renascentista, que foi recusado.
O atual edifício da catedral começou a ser construído apenas em 1884. O projeto foi encomendado ao engenheiro e arquiteto baiano Francisco Caminhoá, que concebeu um edifício em estilo neo-gótico, muito em voga na época, inspirado especialmente nas antigas catedrais do norte da França. A obra ficou a cargo da empreiteira de Manuel Pereira Jerônimo, filho de uma das primeiras famílias a se instalarem na cidade, vindas da Ilha do Pico, nos Açores.
A construção da catedral não parou após a Proclamação da República e seguiu até 1901, quando as obras entram em um período de paralisação. Sob o comando do engenheiro Heitor da Silva Costa, a obra entra em uma segunda fase de atividade intensa em 1918. Finalmente, em 29 de novembro de 1925, é inaugurada a nova matriz de Petrópolis, após 37 anos de trabalhos. O edifício, porém, não estava terminado, faltando a fachada principal e a torre, além de muito da decoração interna. As obras da fachada só começaram em 1929 e chegaram até o nível da rosácea na década de 1930. A torre só seria construída entre 1960 e 1969.

Em 1920 foi anulado o decreto que bania a Família Imperial do Brasil, e já em 1921 os restos de D. Pedro II e D. Tereza Cristina foram trazidos do Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, para o Rio de Janeiro, onde foram alojados na Catedral Metropolitana. Em 1925 os restos foram transferidos para a sacristia da catedral de Petrópolis. Finalmente, em 5 de dezembro de 1939, o presidente Getúlio Vargas e outras autoridades inauguraram o Mausoléu Imperial, para onde foi transferido definitivamente o sarcófago do Imperador e da Imperatriz. Em 1971 também foram sepultados no mausoléu a Princesa Isabel e seu marido, o Conde D'Eu.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

14 Bis


O Prêmio Archdeacon, estabelecido em julho de 1906, estimulou os inventores do mundo para a realização do primeiro vôo autônomo de mais de 25 m com aparelho mais pesado que o ar.

Santos-Dumont, que até então se destacara com os “mais leves que o ar” (balões livres e balões-dirigíveis), resolveu competir.

Em 18/07/1906, concluiu o 14-bis, cuja concepção e desenvolvimento estava sendo por ele maturada sem publicidade há algum tempo. Em 23 de julho, ensaiou em público, em Bois de Boulogne, Paris, o novo avião preso ao balão-dirigível nº 14. A partir de 21 de agosto, passou a experimentá-lo separado do dirigível.

O 14-bis estava, inicialmente, equipado com um motor de apenas 24 Hp, a gasolina, tipo Antoinette, com 8 cilindros (4×4, em “V”), construído por León Levavasseur. Santos-Dumont percebeu estar o avião submotorizado.






O blogger tem seis componentes, e só tem três postagens. Por que?
Será que só três alunos pesquisaram?

As notas são individuais. Portanto não quero que comparem notas.

domingo, 27 de novembro de 2011

Construção do Balão a gás Santos Dumont

Em 1898, aos 25 anos, Santos=Dumont construiu seu primeiro balão, o “Brasil”, com apenas 113 m3 de volume de gás! O menor balão do mundo. Nessa época as dimensões variavam de 500 a 2.000 metros cúbicos de capacidade, sendo o menor construído de 250 m3.

Balão a gás de pequeno porte que revolucionou a construção de aeróstatos. Foi batizado de Brasil, em homenagem à terra Natal de Dumont

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A Encantada

HISTÓRICO

Projetada pelo próprio Santos=Dumont, foi construída pelo engenheiro Eduardo Pederneiras, no ano de 1918, para residência de verão do inventor. É um chalé do tipo alpino encravado em terreno íngreme; uma construção muito original e única no Brasil, com detalhes curiosos, todos frutos da inventiva e do talento de Santos=Dumont, totalmente fora de qualquer padrão das casas da época.


A construção da casa ocorreu após uma aposta que ele fez com amigos, de que seria capaz de erguer a construção em um pequeno espaço do morro do Encanto. Ganhou a aposta levando para casa a caixa de uísque.

O genial inventor brasileiro chamou-a de “A Encantada” como homenagem à rua do Encanto, onde está edificada, na altura do

número 22. Ali passava longas temporadas até sua morte em 1932, ocor

rida em Guarujá, São Paulo.

Em espaço tão pequeno, a casa

é constituída de uma única peça edificada, possuindo três andares, e um terraço:

- no primeiro andar, ou térreo, há um porão que servia de oficina;
- no segundo, em peça única,

a sala de estar / jantar, com biblioteca e estúdio;
- com acesso por uma escada quase vertical, sobe-se ao quarto e banheiro;
- e ainda, por uma porta lateral, que se abre para uma ponte, tem-se acesso ao alto do terreno no nível do telhado onde se encontra um mirante para observações astronômicas.

As curiosidades da construçãoconduzem à natural admiração dos visitantes:
- a cama, sobre um jirau estreito está sobre uma cômoda espaçosa de muitos gavetões;

- o banheiro possui um chuveiro com aquecimento a álcool, feito com um balde perfurado dividido

ao meio, com entradas para água fria e quente, e duas correntes de dosagem da temperatura;

- os móveis da casa são complementos das paredes, técnica que empregou também na casa de Cabangu, em Palmira/MG, cidade on

de nasceu, e hoje denom

inada Santos Dumont/

MG;

- as escadas, íngremes, tanto a externa quanto a interna, tem os degraus recortados, em forma de raquete, para facilitar os movimentos de subida e descida, evitando tropeços;
- o observatório astronômic

o tem acesso sobre o telhado de flandres, por uma curiosa escada de degraus fixad

os a uma única viga central, e corrimão de cabos de aço.

Na "Encantada” Alberto Santos=Dumont escreveu seu segundo livro “O que eu vi, O que nós veremos” onde comenta os seus inventos aeroná

uticos, em complemento á obra “Os Meus Balões”.


EXTERIOR

Ao contrário do que a maioria das fotos publicadas demonstra, a casa não fica numa colina verdejante, mas sim encru strada no centro de Petrópolis, ao pé de uma rua calçada de paralelepípedos, a Rua do Encanto

A casa foi construída em uma pirambeira, com as escadas de acesso muito íngremes. Toda vez que Dumont subia batia com as canelas no degrau de cima. Para acabar com o incômodo, inventou a escada com os degraus vazados, isto é, a metade de cada um dos degraus é aberta, evitando o choque na subida.




Logo à entrada nos deparamos com a famosa escada idealizada por Santos=Dumont. Devido ao ângulo de inclinação, e para evitar tropeços, ele suprimiu um dos lados de cada degrau. O primeiro não tinha o lado esquerdo, o que obriga seus visitantes a começarem a subida com o pé direito ... E porquê não ? Há no interior da casa uma outra escada, ligando a sala ao jirau, onde ele dormia, que inversamente só pode ser subida começando-se com o pé esquerdo !

INTERIOR

Estas fotos mostram a porta de entrada e a mesa de trabalho vistas de cima, no mezanino, onde Santos=Dumont dormia e também utilizava para estudos. É possível notar do lado esquerdo a escada que lhe dá acesso.

Notem que aqui, no interior da casa, os degraus começam com o pé ESQUERDO ! Desmentindo a teoria supersticiosa falsamente atribuída à Santos=Dumont.






Interior da casa,

escada ligando a sala ao jirau, só pode ser subida começando-se com o pé esquerdo !

Este é o fundo da sala, abaixo do mezanino, onde nas prateleiras estão guardados vários livros da coleção particular de Santos=Dumont. Um deles, "O que eu vi, o que nós veremos" está interinho publicado . O primeiro andar é só isso mesmo. Uma sala. Há quem vá pensar que é pouco, apertado, desconfortável, mas para um gênio solteiro nada seria mais prático.Adicionar imagem

Já no mezanino encontramos a cama, que o Pai da Aviação também utilizava como mesa de trabalho durante o dia. Seu telefone era de magneto, e possuía o número "111" conforme a lista de assinantes da época. Ele o utilizava também para pedir suas refeições, que eram preparadas num grande hotel que existiu ao lado de sua casa, hoje pertencente á Universidade Católica de Petrópolis.




Próximo a cama tem-se acesso ao banheiro e a porta que leva aos fundos da casa. Atrás da porta, Santos=Dumont guardava sua pequena mala de viagem na prateleira superior.

O intrigante chuveiro de água quente funcionava á alcool, onde a chama aquecia a água fazendo-a ebulir, subindo assim para o balde, que possuía duas alavancas. Uma para misturar a água quente com a fria, e a outra para abrir o fundo.



A porta do mezanino, leva à uma área nos fundos de onde sai uma escada para um patamar, utilizado por Santos=Dumont para que pudesse observar os astros e corpos celestiais.

Na casa, ele construiu ainda um laboratório de fotografia e uma oficina onde fazia encadernações de livros.

A casa não tem cozinha, mas tem uma escada no telhado, que leva à um patamar onde fica hasteada a bandeira do Brasil. Esse foi Santos=Dumont, na simplicidade de um gênio que amava o seu País.


Não pense, sequer imagine, que sua visita acaba aqui...
Nada, repito, nada substitui o calor no coração que sentimos, a emoção de estar tão perto, de tocar, de privar do mesmo ambiente onde este incrível brasileiro viveu...

Deixe-se levar pelo sonho, e realize-o.


Mapas:

Mapa estilizado




Mapa Rodoviário



Museu Casa de Santos=Dumont - "A Encantada"
Endereço: Rua do Encanto, 22 – Centro
Telefone: (24) 2247-5222
Visitação: terça a domingo de 9h30m às 17 h.
Visitas orientadas em português / Guided Tour in English / Visita guiada en español

Colaboradores:
Renata Z. Passoni




domingo, 30 de outubro de 2011

História de Petrópolis


Quando estava a caminho de Minas, D. Pedro I conheceu a fazenda do padre Correia, em 1822. Estava à procura de apoio para a Vila Rica, no entanto ao chegar ao Alto da Serra encantou-se com a beleza do lugar, logo lhe veio em mente construir um Palácio para si. Em 1844, foi elevada à categoria de curato em 1857 é elevada à condição de cidade.